A saga do show do U2
Tudo começou faz um tempo... um mês talvez? O Bruno ligou dizendo que iria comprar o ingresso para o show do U2, combinamos de ir juntos. No domingo, véspera da venda dos tais ingressos, ele me diz que pensa em madrugar na fila, porque o pessoal já estava acampado na porta dos pontos-de-venda. Ih, não dá, pensei. Pedi para ele tentar comprar para mim. Precisava de uma tal de procuração para outra pessoa adquirir meia-entrada. Fizemos alguns tipos de procuração, mas nada autenticado pois não inventaram cartório 24hs, ainda. (rs)
No dia seguinte, cada telefonema era mais desanimador. Às 10:30 da manhã já havia esgotado o setor vip. Sei que depois de 12 horas na fila e por um milagre, o Bruno conseguiu o ingresso meu e do Vinicius. Milagre mesmo!
Bom, eis que chega o dia do show. Para começar, onde já se viu show em plena Segunda-feira? - diria minha mãe. Em pleno Morumbi? - diria eu. Ok, ainda bem que meu chefe compreensivo me liberou mais cedo e lá fomos nós. Aí começou o dilema: ir de carro até o estádio ou pegar as tais das vans que sairiam dos shoppings? No meio do caminho decidimos ir ao estádio. Quase não tinha trânsito (é sério, sem ironia) e perto já achamos lugar para parar. Um lugar um tanto quanto sinistro, mas sabe como é, em eventos assim qualquer canto vira estacionamento. E o tiozinho prometeu que estaria ali quando voltássemos.
Ah, entramos por portões diferentes, pois na confusão nos deram um ingresso cuja entrada era portão 4 e outro no 18 - praticamente um no extremo oposto do outro. Ok, o show vai ser bom, a gente se encontra na trave, do lado direito, combinamos. E sim, a entrada foi tranquila, sem fila, sem muvuca, rapidinha.
O show. Ah, que show... Bom, não preciso descrever pois aposto que todo o mundo viu um pedacinho que fosse pela Globo rs O Franz Ferdinand foi legal, mas chegou uma hora em que já parecia estar tocando mais do que devia. O U2 foi uma coisa... sem palavras. Até músicas que eu mal conhecia me deixavam hipnotizada. Fala sério. Ah, sim, é muito útil assistir shows ao lado de pseudos-namorados, amigos, primos, etc pois ver o palco de cima das costas deles é bem mais fácil do que ter 1,615m de altura e um milhão de pessoas de 2 metros na sua frente!!! Um experiência inovadora para mim, no caso.
O show terminou e fomos lá buscar o carro. Uma viatura da polícia parada bem em frente ao local me trouxe maus presságios. E sim, foi só se aproximar para ver o vidro quebrado, a porta aberta, cds revirados, e nada dentro do carro. Minha mochila, minha mochilinha linda que eu trouxe de Barcelona, com uma calça de estimação, uma blusa que eu amava... ah, tudo foi embora... até um diário! Jesus, pensar que os meus pensamentos escritos estão rodando de mão em mão em alguma boca-de-fumo ou coisa do gênero me arrepia. Levaram a mochila do Vi com trabalho da faculdade e tudo, nossos cds (inclusive o meu novo da Madonna buáááá)... o som, etc etc etc. Graças a Deus não tinha documento, nem dinheiro, nem nada de maior valor (a não ser o sentimental...). Então, depois do susto, resolvemos ir embora. Era um aclive e quem disse que o carro resolveu subir? Ficamos ali, na calçada, esperando o guincho. Claro que o trânsito estava cooperando que era uma beleza. Só sei que às 2 da manhã estava eu ajudando o cara do guincho a rebocar o carro.
Moral da história: não deixe seu carro em estacionamentos clandestinos, e nem na rua! Você vai pagar para ter seu carro arrombado e roubado!
Em tempo: meu aniversário está chegando e se alguém quiser ajudar a "Kaza de Ajuda à Menina Karol", pode fazer uma doação do cd "Confessions on a Dance Floor" da Madonna que os caras levaram =ó(
No dia seguinte, cada telefonema era mais desanimador. Às 10:30 da manhã já havia esgotado o setor vip. Sei que depois de 12 horas na fila e por um milagre, o Bruno conseguiu o ingresso meu e do Vinicius. Milagre mesmo!
Bom, eis que chega o dia do show. Para começar, onde já se viu show em plena Segunda-feira? - diria minha mãe. Em pleno Morumbi? - diria eu. Ok, ainda bem que meu chefe compreensivo me liberou mais cedo e lá fomos nós. Aí começou o dilema: ir de carro até o estádio ou pegar as tais das vans que sairiam dos shoppings? No meio do caminho decidimos ir ao estádio. Quase não tinha trânsito (é sério, sem ironia) e perto já achamos lugar para parar. Um lugar um tanto quanto sinistro, mas sabe como é, em eventos assim qualquer canto vira estacionamento. E o tiozinho prometeu que estaria ali quando voltássemos.
Ah, entramos por portões diferentes, pois na confusão nos deram um ingresso cuja entrada era portão 4 e outro no 18 - praticamente um no extremo oposto do outro. Ok, o show vai ser bom, a gente se encontra na trave, do lado direito, combinamos. E sim, a entrada foi tranquila, sem fila, sem muvuca, rapidinha.
O show. Ah, que show... Bom, não preciso descrever pois aposto que todo o mundo viu um pedacinho que fosse pela Globo rs O Franz Ferdinand foi legal, mas chegou uma hora em que já parecia estar tocando mais do que devia. O U2 foi uma coisa... sem palavras. Até músicas que eu mal conhecia me deixavam hipnotizada. Fala sério. Ah, sim, é muito útil assistir shows ao lado de pseudos-namorados, amigos, primos, etc pois ver o palco de cima das costas deles é bem mais fácil do que ter 1,615m de altura e um milhão de pessoas de 2 metros na sua frente!!! Um experiência inovadora para mim, no caso.
O show terminou e fomos lá buscar o carro. Uma viatura da polícia parada bem em frente ao local me trouxe maus presságios. E sim, foi só se aproximar para ver o vidro quebrado, a porta aberta, cds revirados, e nada dentro do carro. Minha mochila, minha mochilinha linda que eu trouxe de Barcelona, com uma calça de estimação, uma blusa que eu amava... ah, tudo foi embora... até um diário! Jesus, pensar que os meus pensamentos escritos estão rodando de mão em mão em alguma boca-de-fumo ou coisa do gênero me arrepia. Levaram a mochila do Vi com trabalho da faculdade e tudo, nossos cds (inclusive o meu novo da Madonna buáááá)... o som, etc etc etc. Graças a Deus não tinha documento, nem dinheiro, nem nada de maior valor (a não ser o sentimental...). Então, depois do susto, resolvemos ir embora. Era um aclive e quem disse que o carro resolveu subir? Ficamos ali, na calçada, esperando o guincho. Claro que o trânsito estava cooperando que era uma beleza. Só sei que às 2 da manhã estava eu ajudando o cara do guincho a rebocar o carro.
Moral da história: não deixe seu carro em estacionamentos clandestinos, e nem na rua! Você vai pagar para ter seu carro arrombado e roubado!
Em tempo: meu aniversário está chegando e se alguém quiser ajudar a "Kaza de Ajuda à Menina Karol", pode fazer uma doação do cd "Confessions on a Dance Floor" da Madonna que os caras levaram =ó(
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